
OpenWAMS: Quando uma descontinuação tecnológica se transforma em autonomia para o sistema elétrico brasileiro
Janio Leonardo Los prestígio (4)
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Após a descontinuação de uma plataforma crítica, o ONS colocou em operação em seis meses uma solução aberta para monitorar o sistema elétrico brasileiro em tempo real.
Resumo executivo
O trabalho apresenta o caso OpenWAMS, iniciativa criada pelo ONS para preservar e ampliar a observabilidade dinâmica do Sistema Interligado Nacional após a descontinuação de uma plataforma internacional de monitoramento sincrofasorial. Em vez de apenas substituir o fornecedor, o ONS estruturou uma plataforma aberta, modular e orientada às necessidades de operadores, engenheiros e especialistas, combinando conhecimento interno, parceria com instituições de pesquisa e comunidades de software livre.
O relato destaca que o OpenWAMS entrou em operação como MVP em junho de 2025 e passou a apoiar salas de controle, análises de perturbações, relatórios operacionais e integração com aplicações críticas. O caso enfatiza a autonomia tecnológica, a inovação aberta e a transformação de dados sincronofasoriais em consciência situacional para a operação segura do sistema elétrico brasileiro.
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## Quando uma descontinuação tecnológica se transforma em autonomia para o sistema elétrico brasileiro
**Case de Sucesso de Inovação | ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico** **Submissão ao MIT-ANPEI Brazil Summit 2026**
Resumo executivo
Em infraestrutura crítica, inovar não é apenas criar algo novo. É garantir que, diante de uma mudança inesperada, o conhecimento essencial continue a servir ao país.
O OpenWAMS nasceu quando uma plataforma internacional, estratégica para o monitoramento sincrofasorial do Sistema Interligado Nacional (SIN), entrou em descontinuação. O desafio do ONS não era simplesmente trocar um sistema: era preservar a capacidade de enxergar, em tempo real e de forma sincronizada, o comportamento dinâmico de um sistema elétrico de escala continental.
Em vez de buscar uma substituição imediata e reproduzir dependências, o ONS transformou a urgência em uma oportunidade de inovação. Com patrocínio da liderança, uma equipe multidisciplinar e uma rede de parceiros de pesquisa, desenvolvimento e software livre, construiu um produto mínimo viável em seis meses, colocado em operação em junho de 2025. A iniciativa evoluiu para uma plataforma aberta, modular e orientada às necessidades de quem opera, analisa e planeja o sistema elétrico brasileiro.
Hoje, o OpenWAMS monitora mais de 1.100 Unidades de Medição Fasorial (PMUs), distribuídas por todas as regiões do país. Está presente em centros de operação do ONS, apoia centenas de profissionais entre operadores e especialistas, reúne dashboards operacionais e integra-se a aplicações críticas. Mais do que uma solução tecnológica, tornou-se uma capacidade institucional: uma forma de transformar dados sincronizados em consciência situacional, aprendizado e decisões mais seguras para o SIN.
O caso demonstra que autonomia tecnológica, inovação aberta e colaboração entre áreas podem produzir resultados concretos mesmo em contextos de alta criticidade. O que começou como uma resposta a uma descontinuação tornou-se uma plataforma com potencial para apoiar a evolução do sistema elétrico, ampliar a inteligência operacional e fortalecer a posição brasileira nas comunidades internacionais de sincrofasores.
O contexto: enxergar o sistema para proteger o que importa
O sistema elétrico brasileiro é amplo, diverso e cada vez mais dinâmico. Para operá-lo com segurança, não basta conhecer seu estado em pontos isolados: é necessário observar o comportamento da rede de forma sincronizada, com precisão temporal e alcance nacional.
É esse o papel de um WAMS (*Wide Area Measurement System*). A partir dos dados das PMUs, a plataforma permite acompanhar grandezas elétricas, frequência e ângulos de forma coordenada; identificar perturbações e oscilações; apoiar a recomposição do sistema; e enriquecer análises operacionais, de engenharia e de planejamento.
Com o término e a não renovação do contrato de uma plataforma consolidada de mercado, o ONS se viu diante de uma decisão com impacto direto sobre uma capacidade essencial. Sua indisponibilidade afetaria o recebimento, o processamento e o armazenamento das medições sincronofasoriais, além da realização de análises dinâmicas de ocorrências. Manter a observabilidade dinâmica do SIN exigia uma resposta rápida, confiável e preparada para crescer. Mas a questão central era ainda maior: como preservar a continuidade operacional sem abrir mão da construção de conhecimento próprio?
O desafio: responder à urgência sem reduzir a ambição
O caminho aparentemente mais simples seria adquirir uma nova solução e adaptar os processos a ela. O ONS escolheu outro caminho: construir uma plataforma alinhada às necessidades reais de seus usuários e à complexidade do SIN.
Essa decisão trouxe desafios simultâneos:
- assegurar continuidade a uma capacidade crítica de monitoramento;
- desenvolver uma solução em prazo curto, com confiabilidade compatível com o ambiente operacional;
- integrar conhecimentos de operação, engenharia, análise dinâmica, tecnologia e pesquisa;
- acomodar dados de múltiplas PMUs e fornecedores, sem perder qualidade, rastreabilidade e sincronismo;
- criar uma base tecnológica capaz de evoluir com novas aplicações e integrações corporativas.
Havia uma barreira adicional: embora as medições sincronofasoriais estivessem disponíveis, os operadores tinham dificuldade de empregá-las no dia a dia. A interface anterior não havia sido desenhada para o uso operacional, a qualidade dos dados precisava de tratamento sistemático e falsos alarmes reduziam a confiança nos resultados. A inovação, portanto, precisaria tornar o dado tecnicamente confiável e operacionalmente compreensível.
Não se tratava de digitalizar uma rotina existente. Tratava-se de transformar uma necessidade urgente em uma plataforma que desse ao ONS mais domínio sobre seus dados, seus algoritmos, sua evolução tecnológica e sua capacidade de decisão.
A escolha que mudou o problema: construir junto
O OpenWAMS foi concebido como uma iniciativa de inovação colaborativa. A alta gestão apoiou a decisão de fazer diferente, e o projeto reuniu aproximadamente 20 profissionais, com um núcleo ativo de especialistas das áreas de operação, engenharia, tecnologia, análise dinâmica, pesquisa e usuários finais.
Esse apoio foi decisivo para transformar uma necessidade operacional em uma iniciativa estratégica: criou condições para a colaboração entre áreas, priorizou a construção da nova capacidade e sustentou a aproximação entre especialistas, usuários e parceiros externos.
O trabalho foi ampliado por uma rede que conecta o ONS a parceiros como GPA, INESC Brasil e UFSC, além de comunidades internacionais ligadas a software livre e sincrofasores. Essa articulação aproximou o desafio operacional de conhecimento acadêmico, práticas globais e competências especializadas de desenvolvimento.
O resultado foi um MVP entregue em seis meses. A velocidade não veio da simplificação do problema, mas da aproximação entre as pessoas que conheciam o sistema, aquelas que utilizariam a solução e as que poderiam transformá-la em produto. O desenvolvimento foi organizado em entregas menores, priorizadas pelo valor para a operação e para os clientes internos; premissas, ambientes e capacidades foram incorporados progressivamente. Cada ciclo respondeu a três perguntas práticas: o que o operador precisa ver, o que o engenheiro precisa investigar e o que o sistema precisa registrar para que uma ocorrência se converta em aprendizado.
## A inovação: de ferramenta de monitoramento a plataforma de inteligência operacional
O OpenWAMS foi desenhado para ser uma plataforma modular, com evolução independente entre as camadas de dados, aplicações, interfaces e integração. Essa escolha reduz barreiras à incorporação de novas capacidades e permite que a plataforma acompanhe a transformação do sistema elétrico.
Na prática, a solução combina:
- coleta, processamento e armazenamento de dados sincrofasoriais em tempo real;
- visualização operacional por meio de dashboards e videowalls;
- monitoramento de frequência, eventos, perturbações, oscilações, recomposição e sincronismo;
- recursos para análise histórica e apoio à engenharia e ao planejamento;
- integração com aplicações corporativas, entre elas REGINA e SOE;
- uma arquitetura preparada para qualidade de dados, interoperabilidade, segurança, observabilidade e novas aplicações analíticas.
A inovação do OpenWAMS está também no seu modelo de construção. A plataforma não foi tratada como um produto fechado ou como um conjunto de telas. Foi concebida como uma capacidade viva: uma base sobre a qual o ONS pode testar, aprender, integrar conhecimentos e levar aplicações de alto valor da pesquisa para a operação.
Ao combinar tecnologias abertas, conhecimento institucional e colaboração com a academia, sob governança e responsabilidade operacional do ONS, o OpenWAMS demonstra como uma arquitetura aberta pode apoiar a inovação em ambientes de infraestrutura crítica.
Onde está a originalidade
WAMS e medições sincronofasoriais são tecnologias consolidadas internacionalmente; o OpenWAMS não reivindica ter criado esses fundamentos. Sua contribuição original está em combinar, para o contexto do SIN, uma arquitetura modular e aberta com um modelo de inovação orientado pelo usuário operacional. A plataforma aproxima regras de qualidade de dados, visualizações construídas para as salas de controle, análise dinâmica de ocorrências e integração ao ciclo formal de relatórios do ONS.
O diferencial, portanto, não é apenas tecnológico. É a transformação de dados antes pouco utilizados e pouco confiáveis para o uso operacional em uma capacidade institucional mantida pelo próprio operador, com domínio sobre métodos e códigos de cálculo, liberdade para evoluir interfaces e funções e possibilidade de cooperação estruturada com universidades e parceiros. Essa combinação cria autonomia sem prescindir de padrões, conhecimento externo ou responsabilidade de operação.
Resultados: uma capacidade nacional em operação
O OpenWAMS já produziu resultados concretos para a observação e a análise do SIN.
| | Dimensão | Resultado alcançado e período | |
|---|---|
| | --- | --- | |
| | Entrada em operação | MVP em operação desde junho de 2025; uso intensificado pelas salas de controle no início de 2026. | |
| | Cobertura | Monitoramento de mais de 1.100 PMUs em todas as regiões do Brasil e integração de aproximadamente 600 novas PMUs desde a entrada em operação do MVP. | |
| | Uso operacional | Presença no CNOS e nos centros regionais COSR-S, COSR-SE, COSR-NE e COSR-NCO. O OpenWAMS é usado nas avaliações em tempo real de distúrbios e ocorrências. | |
| | Pessoas atendidas | Mais de 150 operadores treinados e usuários da plataforma, além de especialistas em análise de ocorrências, perturbações e comportamento dinâmico. | |
| | Informação acionável | Cerca de 20 dashboards de alto valor e quatro videowalls operacionais. | |
| | Integração | Conexão com aplicações críticas, incluindo REGINA e SOE. | |
| | Reconhecimento | Dois prêmios internos de inovação no ONS. | |
Esses resultados representam mais do que indicadores de adoção. Eles mostram que uma plataforma nascida de um desafio de continuidade foi incorporada ao cotidiano de quem precisa entender eventos, interpretar sinais dinâmicos e tomar decisões em um ambiente que não admite perda de contexto.
Da medição à decisão: o impacto operacional
Nas ocorrências com distúrbios em tempo real, o OpenWAMS passou a apoiar a avaliação da dinâmica do evento e de suas possíveis causas. A plataforma subsidia o Relatório Diário de Operação (RDO) do ONS e as análises de perturbações e ocorrências, incluindo os Relatórios de Análise de Perturbação (RAPs) elaborados pelo ONS em conjunto com os agentes do setor.
Ao apresentar medidas fasoriais e frequência em uma interface construída para o uso operacional, a plataforma acelera a leitura técnica da ocorrência. Ela oferece subsídios para diferenciar, por exemplo, tipos de curto-circuito, oscilações amortecidas ou não amortecidas, oscilações forçadas ou naturais, distúrbios associados à entrada ou saída de carga e geração, e a dinâmica de frequência. Isso representa uma mudança relevante: dados sincronofasoriais, antes pouco empregados na análise operacional por problemas de qualidade e confiança, passam a ser usados para avaliações avançadas.
Impacto para o ONS e para o setor
O principal impacto do OpenWAMS é fortalecer a consciência situacional sobre o comportamento dinâmico do SIN. Ao transformar medições sincronizadas em visualizações e análises acessíveis, a plataforma ajuda a reduzir a distância entre o evento elétrico, sua interpretação e a ação necessária.
Para a organização, o projeto também construiu um ativo de conhecimento. A convivência entre operação, engenharia, planejamento, tecnologia e pesquisa torna mais rápido o aprendizado sobre ocorrências e torna esse aprendizado reutilizável. Dados, algoritmos, práticas de integração e conhecimento de domínio passam a compor uma base institucional que pode evoluir continuamente.
Há ainda um impacto de autonomia. Ao investir em uma arquitetura modular e em competências internas, o ONS preserva a capacidade de escolher seus próximos passos tecnológicos com mais independência. Essa autonomia não significa isolamento: ela se apoia justamente em parcerias, padrões e comunidades abertas, mantendo o sistema conectado ao estado da arte e às necessidades locais.
O SIN representa uma das infraestruturas mais complexas do país. Ao fortalecer sua observabilidade dinâmica, o OpenWAMS amplia a capacidade de compreender eventos, apoia decisões operacionais e prepara a operação para um cenário de complexidade crescente associado à transição energética.
Relevância internacional e inovação aberta
O conhecimento gerado pelo OpenWAMS já alcançou espaços internacionais de troca técnica. A arquitetura e a experiência de desenvolvimento da plataforma foram apresentadas no artigo **“Design and Implementation of OpenWAMS: An Open Platform for Synchrophasor Monitoring and Analytics in the Brazilian Interconnected Power System”**, publicado pela IEEE Power & Energy Society. A experiência de qualidade de dados das PMUs também gerou o trabalho **“A Multi-Criteria Method for Continuous PMU Data Quality Evaluation”**, publicado nos materiais da sessão CIGRÉ Paris 2026.
A iniciativa foi compartilhada com mais de dez operadores de sistemas elétricos e apresentada ao GO15, grupo que reúne alguns dos maiores operadores do mundo. Um artigo relacionado ao ecossistema OpenWAMS foi aceito pela *PAC World Magazine*, com publicação prevista para setembro de 2026.
Essa presença confirma um aprendizado importante do case: infraestrutura crítica não precisa ser sinônimo de inovação fechada. Quando há governança, responsabilidade técnica e propósito claro, a colaboração com universidades, parceiros tecnológicos e comunidades internacionais amplia a capacidade de aprender e de entregar valor ao país.
O que vem a seguir
O OpenWAMS segue evoluindo para ampliar a inteligência operacional do SIN. Já estão em produção os dashboards de frequência e de medidas fasoriais. A detecção de distúrbios e a detecção de oscilações forçadas e naturais estão em desenvolvimento como MVPs. Para o próximo ciclo, estão no horizonte a análise de ilhamento, o cálculo de inércia, o estimador linear de estado e recursos analíticos baseados em inteligência artificial.
O próximo ciclo preserva o mesmo princípio que tornou o case possível: tecnologia só gera valor quando é construída em torno de uma necessidade concreta e quando aproxima as pessoas que operam o sistema das pessoas que o transformam.
Limites, riscos e compromissos de evolução
O OpenWAMS é uma plataforma em evolução, e reconhecer seus limites é parte da responsabilidade de operá-la em infraestrutura crítica.
- **Maturidade desigual das capacidades:** os dashboards de frequência e de medidas fasoriais já estão em produção; a detecção de distúrbios e as detecções de oscilações ainda se encontram em fase de MVP. Análise de ilhamento, cálculo de inércia, estimador linear de estado e recursos de IA pertencem ao horizonte de evolução, não aos resultados já alcançados.
- **Qualidade e confiança nos dados:** a disponibilidade de PMUs não garante, por si só, que os dados sejam adequados a todas as aplicações. O tratamento de qualidade, a validação de regras e o aprimoramento de alarmes precisam continuar para evitar que inconsistências de campo se traduzam em conclusões ou alertas indevidos.
- **Sustentabilidade de conhecimento e equipe:** a autonomia conquistada depende de manter competências especializadas, documentar decisões e códigos, formar sucessores e preservar uma governança clara das parcerias. O conhecimento não pode se concentrar em poucas pessoas.
- **Segurança, interoperabilidade e ciclo de vida:** componentes abertos e integrações ampliam a flexibilidade, mas também exigem gestão contínua de vulnerabilidades, identidades, acessos, versões, dependências e disponibilidade. A plataforma deve evoluir em conformidade com os requisitos de cibersegurança e operação do ONS.
- **Mensuração de impacto:** os resultados de adoção e uso operacional já são observáveis; porém, indicadores formais de desempenho comparativo — como tempo de análise de ocorrências, qualidade dos dados ou precisão de alarmes — ainda devem ser consolidados em uma linha de base e acompanhados periodicamente.
Esses compromissos não reduzem o valor do case; definem as condições para que a plataforma permaneça confiável, sustentável e capaz de ampliar seu impacto ao longo do tempo.
Conclusão
O OpenWAMS demonstra que inovação em infraestrutura crítica não nasce apenas de novas tecnologias. Ela nasce quando pessoas de diferentes áreas decidem enfrentar um problema comum, compartilhar conhecimento e construir soluções que permanecem.
O que começou como uma resposta a uma descontinuação transformou-se em uma nova capacidade para o ONS e para o setor elétrico brasileiro, em diálogo com a comunidade internacional de monitoramento sincrofasorial. Em seis meses, uma rede de pessoas e parceiros colocou em operação uma plataforma brasileira, construída para o Brasil e orientada à segurança e à confiabilidade do sistema elétrico nacional.
O aprendizado que pode ser replicado
O OpenWAMS oferece uma lição aplicável a outras organizações de infraestrutura crítica: é possível inovar com responsabilidade quando a urgência operacional é convertida em propósito comum e quando usuários, especialistas, liderança e parceiros trabalham sobre entregas verificáveis.
O caminho adotado pode ser resumido em cinco práticas: preservar o problema operacional como norte; envolver os usuários desde a definição da solução; entregar valor em incrementos menores; combinar conhecimento interno com parcerias estratégicas; e manter domínio sobre dados, métodos e códigos que sustentam os cálculos. Essa combinação permite reduzir a dependência de fornecedores, reter conhecimento institucional e incorporar inovação sem se desligar da responsabilidade operacional.
Base documental utilizada
Este texto foi elaborado a partir do documento de submissão institucional do OpenWAMS, do Plano de Negócios OpenWAMS 2028–2030, da Base de Conhecimento de Arquitetura e Decisões e dos materiais técnicos disponíveis nesta pasta. Não inclui números, estimativas ou valores financeiros.
**Referências públicas:** [IEEE PES — OpenWAMS](https://ieeexplore.ieee.org/document/11422295) · [CIGRÉ Paris 2026 — qualidade de dados PMU](https://www.e-cigre.org/publications/detail/c2-11320-2026-a-multi-criteria-method-for-continuous-pmu-data-quality-evaluation.html) · [NASPI — North American SynchroPhasor Initiative](https://www.naspi.org/) · [LF Energy — projetos e comunidades abertas para energia](https://lfenergy.org/our-projects/projects-overview/) · [NIST SP 800-207 — Zero Trust Architecture](https://www.nist.gov/publications/zero-trust-architecture)
Como citar
LOS, Janio Leonardo. OpenWAMS: Quando uma descontinuação tecnológica se transforma em autonomia para o sistema elétrico brasileiro. Crivum, 2026. DOI: 10.67665/crivum.1aphtbsz. Disponível em: https://crivum.org/p/1aphtbsz.
Los, J. L. (2026). OpenWAMS: Quando uma descontinuação tecnológica se transforma em autonomia para o sistema elétrico brasileiro. Crivum. https://doi.org/10.67665/crivum.1aphtbsz
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